“Cachito de Cielo” fala sobre a reencarnação

“Cachito de Cielo” fala sobre a reencarnação

17/04/2012 0 Por Camila Cabral

Maite Perroni (Renata) e Pedro Fernández (Chava) poderiam fazer um dueto musical para a novela que protagonizarão, “Cachito de Cielo”, fora do tema central da mesma, que estreará na televisão no dia 11 de Junho. Junto com Roberto Gómez Fernández e Giselle González, os protagonistas conduziram a missa que oficiou o padre José de Jesús Aguilar para o início da novela. E nas fotos no Foro 11 também participaram os antagonistas, Cynthia Klitbó e Jorge Poza, além de  Azela Robinson, Juan Carlos Colombo, Rafael Inclán, Tony Balardi e Juan Carlos Barreto.

Ao longo da cerimônia religiosa, que também participou da leitura dos salmos Cecilia Gabriela e Maite Perroni (que leu a Oração do Ator), pediu pela união, o respeito, o amor e a saúde de todo o elenco e equipe de produção que trabalharão ao longo de pouco mais de oito meses em uma história de comédia do escritor argentino Mario Schjaris, em uma adaptação de Aída Guajardo, sob a direção de Alejandro Gamboa.

Roberto Gómez Fernández salientou que “mais que pedir por um elevado sucesso, na qual chega com o gosto do público, nos interessa seguir mantendo-nos em harmonia e unidos para fazer bem nosso trabalho de atuação”.

O produtor acrescentou que essa história é original, enfocada em uma comédia romântica onde se abordam a morte e a reencarnação, e que será bem dramatizada por Pedro Fernández e Maite Perroni, pois “ambos tem um senso de comédia extraordinário para explorar”. 

“Cachito de cielo”  terá 240 capítulos e abordará a história de um jovem que está apaixonado e a ponto de casar-se. Está em sua despedida de solteiro, mas, por um erro do céu, morre. E regressas à Terra com outro corpo. Aqueles que dirigem o Céu o mandam com um trabalho no bairro onde foi criado, onde está sua mãe, a cumprir funções de sarcedote. Sua grande luta vai ser reconquistar o amor da sua vida, que é sua noiva,  que não pode saber quem ele é.

“Gostamos de gravar-la porque tem um elemento muito original, surrealista, que nos pareceu bem atrativo. Para a época em que vivemos, é bom para o país. Eu creio que o divertimento familiar cai bem à todos”.

Créditos: MP (Tradução e adaptação) / Fonte: Esto